sexta-feira, 11 de junho de 2010

Águas.


E ao amanhacer as águas do Rio Paraguaçú estavam gélidas, 
obscuras, 
sem vida, 
mórbidas.
Nenhum movimento, nenhum ser a apreciar...
O que se via apenas era a neblina a tocar as águas 
que se decidiram por se separar;
a fim de expressar o seu desgosto,
a fim de mostrar algo que não mais pertence a este mundo
e sim a outro.

Por Dhalila Nogueira.