quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Do que eu vivo.

Estou navegando em águas desconhecidas.
A mercê da maré.
Da boa vontade do vento, que ora sopra a favor ora contra.
Estou a mercê da ira das tempestades.
De quando as águas ficam turbulentas, frias, assustadoras.
Espero que o amanhecer venha logo.
Que o sol aqueça novamente estas águas.
As tornem brandas, confortáveis, minhas.