quarta-feira, 15 de abril de 2015

Da perda!

Um nó na garganta.
Um enorme bolo que prende a respiração 
a emoção, 
a felicidade, 
o dom de transpor sentimentos em palavras.
Dias... 
Messes...
Anos...
Quase dois anos e nada!
Nenhuma emoção que vália apena ser vivida.
Nenhuma esperança de dias melhores.
Escuridão.
Vazio.
Daqueles que aceleram o coração e nos faz chorar.
Chorar de saudade.
Da perda de um amor.
De um amor amigo, conselheiro, virtuoso, único.
De um amor triplo.

De avó,
de madrinha,
de mãe!