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Vigésimo Sétimo ínterim.

No conseguinte passar dos anos, hoje é novamente... 27 de Maio.
Aniversário do pedido, da promessa, dos olhares, da cumplicidade.
Das superações, incertezas, incompreensões, chegadas e partidas, da solidão.
Do medo de ter e não ter alguém.
Da esperança, antes infinita, hoje finda, dos dias bons.
De não mais lutar, apenas esperar pelo desfecho do amor quase inabalável, agora amordassado, sufocado, mais do que mudo, cego e surdo, quase desistente. Mas, persistente.
De nós! Pois, ainda resta chama, na alma desta que vos ama, esperando por paixão!