terça-feira, 16 de junho de 2015

Agora!

Enquanto você espera o amor nunca recebido.
A calmaria de dias felizes.
A chance de viver algo belo.
A realidade lhe xicoteia.
Lhe surra com verdades.
Lhe convence do não correspondido.
Da paz nunca existente.
Mais uma vez lágrimas de ódio.
De revolta.
De... Porquê, novamente, eu?
E o dia finda.
A noite causa temor.
Os ossos estremecem.
Insatisfação!

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Das inconstâncias.

Das mudanças repentinas de humor.
De desaprovar cada atitude que não condiz com os parâmetros normalmente aceitáveis daquela lista de regras que fazemos para ser bem sucedido.
Da vida estagnada, inebriada de esperança, mas aonde nada acontece.
Do desejo de controlar, de tomar as rédeas e direcionar-se para o caminho do sucesso.
Da difícil aceitação de que nada mudará tão depressa.
Da triste realidade da espera.
De esperar algo que não vem.
De finalmente, involuntária, estar vividamente vegetando.